Domingo, Fevereiro 16

“Faz-me Dançar” episódio #4

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oscar baia

Eu sou do tempo em que as produtoras investiam nas suas mais valias… os DJ’s.

Sabia-se fazer um DJ… investia-se nas suas carreiras e no final todos ganhavam com isso. Foi assim que surgiram os grandes nomes nacionais.

X-Club e Kaos sabiam trabalhar, mas pelos vistos ficou-se por aí e esse know how perdeu-se no tempo.

Hoje é diferente… inventa-se bué e é como no futebol onde todos são treinadores e percebem do assunto e vê-se que percebem tanto disto como eu de horticultura que hoje em dia gastam-se rios de dinheiro a importar tanta porcaria quando existe uma imensa qualidade nacional que poderia gerar muito mais valor para todos bastando ter um pouco mais de atenção.

Mas o que vejo constantemente é exatamente ao contrário… os seus djs servem para encher chouriços nas horas que ninguém lá está.

Sou do tempo em que o artista ainda estava a tocar e já tinha a guita no bolso. Hoje só recebem se no final sobrar algum e provavelmente terão de ficar à espera que a mulher da limpeza chegue. Tirando algumas honrosas exceções, é este o mindset de principiante tem de acabar e que existe de norte a sul.

Amigos… as guitarras foram feitas para quem tem unhas. Get it?

Algumas produtoras já deveriam saber e fazer melhor que isto ajudando a fazer as carreiras dos nacionais que os ajudam o ano todo em vez de inventarem cartazes e lineup’s que saem caríssimos e com pouco ou nenhum retorno e que no final quem paga também além do desgraçado do dj é o publico, com preços demasiado altos nas entradas para festas… que de festa só tem o nome pois nada se passa além de ser um gajo/a qualquer que veio e apareceu não se sabe de onde, e que tem de ser paga à força toda.

A profissão de DJ está banalizada mas a culpa também passa pelos próprios artistas.

Imponham-se façam-se respeitar e acreditem no que vos digo.

Precisam mais as produtoras de vocês do que ao contrário. Não acreditam?

Simples… gostaria de vê-los promover festas sem o vosso apoio sem o vosso know-how do mercado, que lhes abrem as portas das casas e espaços, os mesmos vocês que promovem a produtora junto do público e que oferecem o seu trabalho para no final serem vocês a pagarem os sonhos dos outros.

São demasiados colegas meus que vejo a serem explorados desta maneira vergonhosa… tipo os burros quando se acena com uma cenoura à frente dos olhos.

Sim, eu sou doutro tempo.

Wake Up People… Rise!!!

E quando vos disserem que são eles que arriscam a guita nas festas… digam-lhes que não estão a arriscar nada pois só pagam no final a toda gente com dinheiro gerado no próprio dia. E quando não sobra… os nacionais deles também não recebem e é banhadas a torto e a direito.

Os únicos que ganham antes são os agentes e os estrangeiros que não embarcam em grupos.

Agora que já desabafei, vamos ao que interessa,

OS DJs…

G-Motion

G-Motion

Desde cedo que este artista sentiu a paixão pela música na vertente mais eletrónica, onde a música flui naturalmente no seu corpo movido pelos ritmos desde do house tribal até chegar ao expoente máximo do techno.

A sua viagem pelo mundo das cabines, dos CDJs e das mesas de misturas começou desde os seus 17 anos começando por tocar em alguns eventos nos seus tempos de escola. A partir daí, começa a sua pesquisa mais aprofundada pela música eletrónica, acompanhando sempre as novas tendências, e absorvendo toda a música possível. Daí provem o seu estilo musical, que começa a ser trabalhado com mais intensidade na arte do djing a partir dos seus 25 anos.

Actualmente encontra-se a produzir as suas próprias faixas, dedicando-se simultaneamente à produção. Onde brevemente sairão novidades para o público que o acompanha.

Nos últimos anos, teve o privilégio de partilhar cabine com alguns dos melhores DJs do panorama da música eletrónica, nomeadamente: Rush, Umek; Cristian Varela, Technasia, Gary Beck, David Moleon, Carlos Manaça, Christian Smith, Spartaque, Dave Clark, The Yellow Heads, Nathan Barato,Matt Sassari, Gaston Zani, DJ Vibe, Frank Maurel, Miss Sheila, Jiggy entre muitos outros.

G-Motion um nome que desperta interesse para quem começa a ouvir os seus sets.

Desde cedo que este artista sentiu a paixão pela música na vertente mais eletrónica, onde a música flui naturalmente no seu corpo movido pelos ritmos desde do house tribal até chegar ao expoente máximo do techno.

A sua viagem pelo mundo das cabines, dos CDJs e das mesas de misturas começou desde os seus 17 anos começando por tocar em alguns eventos nos seus tempos de escola. A partir daí, começa a sua pesquisa mais aprofundada pela música eletrónica, acompanhando sempre as novas tendências, e absorvendo toda a música possível. Daí provem o seu estilo musical, que começa a ser trabalhado com mais intensidade na arte do djing a partir dos seus 25 anos.

Desde então tem sido uma autêntica aventura, começou a investir mais do seu tempo, começou a alimentar o bichinho, reafirmando cada vez mais a sua linha sonora e energizando os seus sets com uma técnica em constante ascensão.

Atualmente encontra-se a produzir as suas próprias faixas, dedicando-se simultaneamente à produção.

https://www.beatport.com/artist/g-motion/643670

www.soundcloud.com/gmotiondj

www.mixcloud.com/gmotiondj

www.twitter.com/djgmotion

www.instagram.com/djgmotion

www.facebook.com/gmotiondj

 

Joal Alvim

Joal Alvim
Joal é um conhecido DJ e produtor português, natural dos Açores mas a viver em Berlim.
É um constante colecionador de sonoridades, umas vezes melancólico, outras
um louco pensador.

Não querendo convergir num gênero específico de sons, em vez disso, faz uma mistura de vários elementos e sonoridade absorvidos ao longo dos anos.
House e Techno são sem dúvida o seu ponto mais comum, embora mantenha abertura para a mudança e versatilidade.
Sua dedicação deu-lhe a oportunidade de divulgar alguns dos mais conhecidos
rótulos no mundo, como M_nus, Selador, Knee Deep in Sound, bem com frequentes
temas nas seções de destaque e TOP charts de lojas como Beatport.com.
Em 2010 ele tornou-se o A & R da gravadora Monog Records www.monogrecords.com,
cujo Modus Operandi é criar uma relação única e familiar com os artistas
e sua música. Graças ao trabalho que desenvolveu durante seus anos de existência, a Monog Records têm sido constantemente apoiada por alguns dos mais
artistas, selos e revistas reconhecidos no mundo, como M_nus e Mixmag (Reino Unido)
para mencionar alguns.
https://soundcloud.com/joal

 

JC Delacruz

JC Delacruz (Jay C Delacruz)

Só tenho uma palavra para descrever o trabalho de produtor e dj do Porto – *****Espetacular*****

Sinónimo de sons futurísticos aliados a rituais ancestrais, sons tecnológicos acompanhados pelo rufar de percussões tribais e orgânicas.

Com raízes no underground da invicta cidade , foi em 2010 que abriu pela primeira vez as portas dos seus trabalhos para o mundo através do Youtube, com o upload de sets que chegaram a milhares de visualizações e finalmente em 2015 dá o primeiro passo como produtor ao lançar o seu primeiro EP.

Moldado pelas emoções e pessoas que o rodeiam, a sua música é fruto de uma paixão pelos ritmos tribais e étnicos como das sonoridades mais frias e obscuras do techno, uma linha musical que se vai refletir nos seus sets nos quais faz uso de uma progressão musical que pode ser caracterizada como um crossbreed entre o tribal house e o techno aliada a técnicas de turntablism.

Como produtor desde 2015, suas produções ilustram suas poderosas habilidades nos decks e não é de estranhar que as suas faixas já tenham sido apoiadas por todos os grandes nomes da industria, incluindo nomes como Umek, Paco Osuna, Joseph Capriati, Spartaque, Tommy Declerque ou até mesmo tocada no programa do dj Eddie Halliwell BBC Radio One.

Em apenas 3 anos já conta com lançamentos em grandes selos discográficos de música electronica como Beatfreak (Espanha), Magna Records (Portugal), Beat Therapy (Canadá), TKC Music (USA), Patent Skillz (Bulgaria), Black Kat (USA), Dynamo (Irlanda), La Famiglia (Italia), KULT (USA), Datagroove (Espanha), Enter Music (Chile),  Yaiza (Espanha), Habitat (Mexico), Airtaxi (Inglaterra), Friday Records (Australia), Hush Recordz (Portugal) ou Totem Traxx (Japão).

LINKS:

https://www.facebook.com/jcdelacruzoficial/

https://www.beatport.com/artist/jc-delacruz/457485

https://soundcloud.com/jcdelacruzoficial

https://twitter.com/JCDelacruz_PT

https://hearthis.at/jcdelacru/

https://www.mixcloud.com/djoaop/

https://soundcloud.com/beyondhorizonsofficial

https://www.beatport.com/artist/beyond-horizons/478290

 

iNRik

iNRik

Produtor musical com raizes techno e house…

E com uma faixa a ir direitinha para o meu set

Confiram, vale a pena

https://open.spotify.com/artist/0zIBY6YH1xL7FaA5HbUrc8?si=o-R-5ZhfTYeb3IzFnLIE9g

 AS FESTAS…

ELROW Lisboa (foto lxmusic.org)

Pan Pot – grande festa da LXM… como já vem sendo hábito, com uma boa organização e um ambiente agradável.

Fui, gostei e acima de tudo foi imensamente divertido. Grande set dos Pan Pot 🙂

Apenas um reparo… a qualidade do som não estava a 100% principalmente para quem estava atrás onde praticamente só se ouviam os graves. Para espaços grandes deveriam começar a pensar em colocar som de apoio noutras áreas.

Mas depois da fabulosa produção do El ROW a mostrar como se fazem festas, a liderança da LXM em Lisboa e arredores está assegurada e apenas é seguida pela Fuse…
Venham mais e obrigado pelos ótimos momentos de diversão que todos vocês nos tem proporcionado ao longo deste ano e anteriores.

Entretanto a aguardar pelo primeiro aniversário da Loud que promete ser fantástico…

E já sabem, enviem o vosso material para: faz-me-dancar@danceclubmag.com (não enviem anexos, mas sim links para soundcloud ou similar).

puntzz puntzz puntzz…

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