Quinta-feira, Outubro 18

DJ Profile – Meith

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Black Coffee tocou o seu edit dos London Grammar na sua recente passagem por Lisboa e Meith foi catapultado para as bocas do mundo. Carlos Guerreiro, um lisboeta de 26 anos, confesso devoto da house music e do afro house partilha com a Dance Club o seu percurso até hoje.

Quando começou o teu interesse por música electrónica? O meu interesse pela música electrónica começou no ano de 2005, quando, por intermédio de um amigo na escola me mostrou algumas músicas, e desde aí não parou mais… Lembro-me que comecei logo a querer encontrar mais músicas e a pesquisar, fui descobrindo vários artistas como: Robin S, Modjo, Daft Punk, Antoine Clamaran, Africanism All Stars e todos os artistas dessa geração.

Quando e como soubeste que querias ser DJ? Por volta de 2010/2011. Foi quando comecei a sair à noite, ainda com 15 anos comecei a sair à noite para acompanhar um amigo que era DJ, e não consegui ficar indiferente à magia de ser DJ, ajudava-o na altura a organizar os CDs e a dar-lhe dicas para as próximas músicas, aprendi muito nessas noites.

Como e quando foi a tua primeira oportunidade de tocar para um público? No final de 2011, fiquei a substituir esse meu amigo no bar onde estava na altura porque ele tinha tido uma saída para outro club. Então convidaram-me para ser o DJ daquela noite, correu bastante bem porque já conhecia o público há algum tempo e foi até relativamente fácil, menos fácil foram os nervos iniciais, mas isso faz parte.

Tens alguma residência? Não, neste momento sou freelancer, e honestamente não está nos meus planos ter uma residência. Gostava de expandir a minha marca internacionalmente como DJ e Produtor de música eletrónica e para isso necessito de fazer o trabalho de freelancer.

Quais foram os bares e clubs ou eventos onde já tocaste? Já foram muitos mas destaco alguns: Inclub (Lisboa), Vintage (Porto), Discoteca 3 Pinheiros (Mealhada), BBeach (Lisboa), New Years Eve Festival (Leiria).

O que pensas que poderia ou deveria mudar na cena da música de dança, 
nacional e internacional? A nivel nacional acho que há muita coisa que poderia mudar, por exemplo, existir uma major label que possa apoiar e suportar os trabalhos dos artistas, existem algumas editoras mais pequenas que estão a fazer um trabalho excelente, e posso orgulhar-me da Kazukuta Records, da qual faço parte, no momento em que escrevo isto temos uma música número 1 na loja digital Traxsource, e outra número 4. Mas acho que por cá faz falta uma editora grande e organizada que possa apostar na nossa música, um pouco à semelhança do que fazia a Kaos há uns anos. Apesar de hoje em dia nada disso ser uma barreira para se lançar música, a internet é uma ferramenta maravilhosa, mas sinto que ter uma comunidade feita à volta de uma editora ajudava bastante a ligar a música às pessoas.

Onde te podemos encontrar? O mais fácil será seguirem-me nas minhas redes sociais que vou publicando onde irei estar e o que ando a fazer:
Facebook: meithdj
Soundcloud: meithdj
Mixcloud: meithdj
Instagram: meithdj
Twitter: meithdj
YouTube: meithtv
O Edit de Meith para “If You Wait” dos London Grammar pode ser descarregado gratuitamente aqui.

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