Terça-feira, Junho 27

DJ Profile – Francisco Berberan

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O futuro da electrónica escreve-se com novos talentos, DJs e produtores, a Dance Club quer apresentar-vos uma seleção de novos artistas que vão moldar a cena da música de dança.

Nome: Francisco

Nome Artístico: Francisco Berberan

Idade: 25

Vive em: Lisboa

Género(s): House, Techno, Disco, Funk, Jazz, Afrobeat,

Artistas de Referência: Ricardo Villalobos, Kerri Chandler, Josh Wink, St Germain, Ian Pooley, Underworld, Kruder & Dorfmeister, Herbie Hancock

Quando começou o teu interesse por música electrónica?
O meu primeiro contacto com a música electrónica aconteceu muito cedo. Vivi parte da minha infância em França numa altura em que a French Touch estava a rebentar. Lembro-me de ver na televisão videoclips dos Daft Punk, Wamdue Project e Stardust e de ficar de olhos e ouvidos colados à televisão. Mas o momento que realmente despertou o meu interesse pela electrónica foi quando o meu professor no 5ºano me ofereceu uma compilação de música de dança com temas de Underworld, Etienne De Crécy, Alex Gopher Kenny Dope, Ian Pooley, Nitin Sawhney.

Quando e como soubeste que querias ser DJ e produtor?
Aos 15 anos quando entrei primeira vez numa discoteca. Fiquei fascinado com toda a envolvente sonora e com a reação das pessoas à batida 4 x 4. Arranjei um part time e passado uns meses comprei os meus primeiros leitores de CD, uns CDJ100, e uma mesa de mistura. Comecei a procurar música compulsivamente, e a treinar acertar tempos no meu quarto a seguir às aulas. O interesse e a curiosidade pela produção surgiram mais tarde.

Como e quando foi a tua primeira oportunidade de tocar para um público?
A primeira vez que toquei para um público foi no verão 2009 em Sintra. O clube estava cheio e toquei no pico da noite das 2h às 4h. Estava bastante nervoso e frustrado, a pista era jovem e a minha música não se encaixava naquele cenário. No dia seguinte toquei numa rave na floresta e apercebi-me do rumo que queria tomar.

Tens alguma residência?
Neste momento tenho uma residência bimensal no Brownie em que apresento o meu projeto “Reflexo” inspirado na minha experiência como DJ e promotor em Oslo. Convido artistas nacionais e internacionais para partilharem os seus projetos num espaço intimista e convidativo para desfrutar das novas tendências da música de dança. Tenho também uma residência semanal às quartas feiras no B.Leza onde apresento o projeto “Afrodisíaco” que tem como foco a difusão dos ritmos criados em África.

Quais foram os bares e clubs ou eventos onde já tocaste?
Foram muitos… Mas os que mais me marcaram em Portugal foram o Brownie, Lounge, Musicbox, Europa, e as várias festas secretas dentro e fora da cidade. Na Noruega não posso deixar de mencionar o The Villa e o Jaeger que na minha opinião estão num patamar altíssimo a vários níveis.

No que toca à produção musical, quando é que te interessaste por produzir música?

O meu interesse pela produção surgiu quando me comecei a questionar sobre como eram sintetizados os sons que eu tocava. Comecei a adquirir algum hardware e a experimentar recriar ideias e sons que tinha e tenho em mente.

Que passos deste para aprender Produção?
Envolvi-me a nível pessoal e profissional com produtores e músicos de várias correntes, tentando absorver o máximo de conteúdo possível. Fiz também alguns estudos e formação na área do som.

Envolvi-me a nível pessoal e profissional com produtores e músicos de várias correntes, tentando absorver o máximo de conteúdo possível. Fiz também alguns estudos e formação na área do som.

Quais são as tuas editoras de referência?
Em Portugal estão a surgir cada vez mais artistas e plataformas com grande qualidade e potencial que atraem a atenção de um público além fronteiras. A Groovement, Frenzy, Helena e Assemble Music são uma referência para mim. Prezam pela qualidade e coerência tanto a nível sonoro como estético, e seguem uma corrente artística com a qual eu me identifico. Mas existem outras editoras que são essenciais para o crescimento do nosso movimento e que têm apresentado projetos bastante interessantes.

Onde te podemos encontrar?
A ouvir música na Carpet & Snares ou a deambular pelas ruas do Cais Do Sodré. No verão na Praia do Pego, no litoral alentejano, a tocar discos à beira mar e a receber artistas de todo o país que trazem malas carregadas de história.

Facebook: https://www.facebook.com/FranciscoBerberan/

Soundcloud: https://soundcloud.com/francisco-berberan

Mixcloud: https://www.mixcloud.com/franciscobsantos/

 

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