Sexta-feira, Abril 3

DJ Profile: Alex Pereira

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Alex Pereira foi de táxi para a Tecnolândia no ano 2000, de Leiria a Aveiro, se isto não é um testemunho de uma profunda paixão pelo techno, não sabemos o que será! Alex Pereira é DJ e produtor de techno e este é o seu DJ Profile.

 

DJ Profile

Nome: Alexandre Pereira
Nome Artístico: Alex Pereira
Idade: 39
Vive em: Lisboa
Género musical: Techno
Artistas de Referência: Adam Beyer, Umek, Paco Osuna, Ze MigL, A.Paul

Quando começou o teu interesse por música electrónica?

Comecei a ir a festas de techno em 1996/97. íamos a todo o lado, de carro, ou de transportes. Não existiam redes sociais na altura, e na maioria das vezes só tínhamos conhecimento de determinados eventos, quando encontrávamos os flyers no chão, em bares ou discotecas. Era incrível encontrar um flyer no chão e ter conhecimento de uma festa nova. A adrenalina de dar a novidade ao pessoal era enorme e começávamos logo a combinar entre todos a ida.

Quando, e como, soubeste que querias ser DJ e produtor?

Acho que o facto de gostar de ver os DJs a trabalhar despertou algo em mim. Obviamente que o gosto pela musica é fundamental, sem isso não seria possível.
Como e quando foi a tua primeira oportunidade de tocar para um público?
Não me recordo, mas deve ter sido em alguma festa privada por volta do ano de 2003.
Tens alguma residência?
Não tenho uma residência fixa, apesar de ultimamente actuar com maior frequência no KREMLIN.
Quais foram os bares e clubs/eventos em que já tocaste?
Já atuei em alguns tais como o antigo Alcântara-mar, KREMLIN, Ponto N, Via Lactea, Club Lua, entre outros.
No que toca à produção musical, quando é que te interessaste por produzir música?
Desde o momento em que tive contacto com equipamento de produção.
Que passos deste para aprender?
Lembro-me de produzir música electrónica numa Playstation, num programa chamado MUSIC 2000. Por vezes, dava por mim às 6.30h da manhã, ainda acordado, de volta das produções. Ainda hoje gostava de encontrar essa cassete, que provavelmente anda perdida em casa da minha mãe. Tirei um curso na Dancefloor Network by ETIC. Gostei bastante do que aprendi, foi um processo fácil, apesar de achar que hoje em dia se aprende muitas dicas úteis em tutoriais no YouTube. Obviamente que tirar um curso de produção é o ideal. Ter alguém experiente a dar-te formação é sempre bastante gratificante.
Quais são as tuas editoras de referência?
Drumcode, Tronic, Suara, Codex Recordings, Terminal M, Unity Records, Naked Lunch, entre outras…
Tens algum tema editado ou em vias de edição?
Tenho alguns pela minha editora, a Stereo Box Records, como: Aphelion Defrag EP ,  Back Together EP  e Gakufu. Tenho o Aesthetic Original Mix  pela Naked Lunch e o Refraction Original Mix  pela Plastik Galaxy. Estou a preparar algumas novidades para 2020.
Quer no DJing como na Produção quais foram os maiores desafios ou dificuldades com que te deparaste para lançar a tua carreira?
Creio que as maiores dificuldades no DJing, que encontramos ao inicio são encontrar alguém que aposte em ti e te arranje datas para atuar. Geralmente os clubes ou promotoras já têm um grupo de artistas com quem geralmente trabalham ou em quem apostam. A escasses de oportunidades é a maior dificuldade. Por outro lado, creio que a ideia de se organizar as suas próprias festas seja em clubs ou locais mais pequenos possa ser importante, não so para dar visibilidade ao artista, mas também para se ir integrando no circuito e panorama da electrónica nacional. Quanto à produção, é trabalhar em projectos para depois se enviar para labels que gostem e optem por editar as faixas. O fundamental é nunca se desistir de mostrar o nosso trabalho.
O que pensas que poderia, ou deveria, mudar na cena da música de dança, nacional e intenacional?
Creio que todos os eventos se deviam focar única e exclusivamente no divertimento, alegria e satisfação de todos os envolvidos, sejam eles fãs, artistas ou público em geral. Musica é sinónimo de festa!
Encontram Alex Pereira aqui:

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